
Equidade intergeracional
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Equidade intergeracional para uma Europa resiliente e inclusiva
As alterações demográficas, as crises económicas e as transformações sociais colocam desafios significativos à equidade intergeracional na UE, o que exige espaços onde pessoas de todas as idades se reúnam para cocriar soluções para o futuro. Como destaca um estudo recente da Prof. Claudia Neu, as iniciativas comunitárias, como workshops de participação local, centros culturais intergeracionais e planeamento urbano colaborativo, proporcionam plataformas para um intercâmbio significativo. Estes espaços permitem aos cidadãos partilhar as suas experiências, moldando políticas que refletem as diversas necessidades geracionais. No entanto, a equidade não é alcançada apenas através da aproximação das gerações — deve também abordar as desigualdades regionais e as disparidades estruturais. (https://tinyurl.com/52x9r3ds) A participação cívica desempenha um papel fundamental: Quando pessoas de diferentes faixas etárias trabalham em conjunto em questões orientadas para o futuro — adaptação às alterações climáticas, inclusão digital ou coesão social — promovem um sentimento de responsabilidade partilhada. No entanto, tal não se deve limitar à participação voluntária; os decisores políticos devem integrar as perspetivas intergeracionais nos processos de tomada de decisão a todos os níveis. Para alcançar a equidade intergeracional sustentável, devemos dar prioridade aos investimentos a longo prazo em infraestruturas sociais, assegurando que os espaços e iniciativas de reunião inclusivos recebam apoio contínuo em vez de financiamento de projetos a curto prazo. A participação entre gerações, os fortes laços locais e a resolução das disparidades regionais podem criar comunidades resilientes e justas.
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